Tag Archives: adeus

Colateral

Posted on 20. jul, 2016 by Fábio Bioca.

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O primeiro dia após o último. A cena crítica do desastre do dia anterior. O panorama do reinício.

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Ponto de fuga

Posted on 24. mai, 2016 by Fábio Bioca.

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O resumo de uma saga. A catártica caminhada em busca do que está por vir.

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Mea culpa

Posted on 31. mar, 2016 by Fábio Bioca.

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Uma confissão de falência após a fermentação da alma, nas caves obscuras do tempo.

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Extravio

Posted on 20. out, 2015 by Fábio Bioca.

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Uma breve brincadeira com os elementos da poesia para ambientar uma história de amor, devoção e perda.

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Cinzar

Posted on 28. set, 2015 by Fábio Bioca.

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O intervalo, o desencontro, o momentâneo adeus e a repercussão nas percepções de quem se sente só.

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Causa Mortis

Posted on 25. ago, 2015 by Fábio Bioca.

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Um ensaio sobre a abstração da saudade e a sua angustiante inclinação para a separação definitiva.

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Triz

Posted on 13. jul, 2015 by Fábio Bioca.

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A consciência limpa de quem amou sem reserva, sem desconhecer e respeitar os riscos, a dor e o abandono.

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Néctar

Posted on 16. jun, 2015 by Fábio Bioca.

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Uma rápida ilustração da abdicação da própria natureza, motivada pelo confronto do prazer da companhia de quem se deseja com a brevidade do tempo a que se permite tal paixão.

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Surto

Posted on 23. abr, 2015 by Fábio Bioca.

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A falta de fé torna o homem bruto. E a falta de fé em si mesmo leva-o a desistir da própria existência.
O protesto pela liberdade mais genuína também é “jogar-se ao lixo de um lugar qualquer” – parafraseando o grande poeta João Alexandre Silveira.

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“Poizé…”

Posted on 27. fev, 2015 by Fábio Bioca.

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Uma homenagem ao “Seo Zé”, pai do meu irmão e amigo Joel Costa, que faleceu em fevereiro de 2015.

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Inexorável

Posted on 15. jan, 2015 by Fábio Bioca.

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Considero que é impossível apagar o amor. Pode-se até interrompê-lo, mas sempre haverá amor àquilo que se amou. Ao que se viveu e compartilhou. Portanto, é uma constatação muito particular sobre a incapacidade de se desamar.

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Exílio em Gondwana

Posted on 10. dez, 2014 by Fábio Bioca.

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Contra tudo que se quis, avassala tectônica
a expulsão lenta, invisível. Definitivamente os repele.
Num padrão de sismos, multiplica sua frequência
enquanto sabotam o mundo. Colidem insanos. Desidia.
Vítimas da intensidade, contemplam-se embatidas, opostas.
Há certa beleza sarcástica nas cicatrizes que secam,
mas também dor pressentida no olhar aflito de ambos.
A maciez da seda e a fumaça desta paixão avessa,
agridem a [...]

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Aevum

Posted on 20. ago, 2013 by Fábio Bioca.

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A tragédia da raiva, do arrependimento e da dor. Um ciclo que começa no adeus e dura interminavelmente.
“Aevum”, sem duração, sem fim.

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Orbital

Posted on 11. abr, 2013 by Fábio Bioca.

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A narrativa de um reencontro no ocaso. A falta de luz acentua a sensação tátil e a atração.

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Desilusão

Posted on 11. mai, 2012 by Fábio Bioca.

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Neste exato agora, nada é instantâneo.
Não há alívio nem pausa no flagelo da incerteza.
Nem o sono é capaz de revigorar o ânimo.
O que sobra é o sumo de um limão amanhecido.
É como um minuto antes da vontade de limpar
O quarteirão avassalado pela rudez de um furacão.
Como encontrar fotos da casa que já não existe
Em meio [...]

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O gigante e o Rei

Posted on 03. jul, 2011 by Fábio Bioca.

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Homenagem ao meu avô Daniel Laskosky, de quem tenho muita saudade.

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Pântano

Posted on 04. out, 2010 by Fábio Bioca.

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Uma despedida definitiva e premeditada. O prejuízo anunciado da destituição para a própria preservação da vida.

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Catatonia

Posted on 08. jul, 2010 by Fábio Bioca.

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Os momentos solitários oprimem. Neste caso, versos carregados de fatalismo sobrepõe-se até o vazio, no fim.

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Solitude

Posted on 08. jul, 2010 by Fábio Bioca.

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Uma rima simples sobre a dependência da presença de quem se ama.

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Cheque-mate

Posted on 30. mai, 2010 by Fábio Bioca.

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Uma descrição íntima da visão dos últimos momentos de quem foi tão dono de si e sucumbiu na própria ingenuidade, diante de uma paixão avassaladora apenas para si e sem importância para quem foi amada.

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