Tag Archives: agonia

Ponto de fuga

Posted on 24. mai, 2016 by Fábio Bioca.

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O resumo de uma saga. A catártica caminhada em busca do que está por vir.

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Insatisfatoriamente suficiente

Posted on 06. abr, 2016 by Fábio Bioca.

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O espaço entre aquilo que projetamos e o ponto de onde partimos pode ter exatamente as coordenadas de onde nos encontramos.

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Extravio

Posted on 20. out, 2015 by Fábio Bioca.

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Uma breve brincadeira com os elementos da poesia para ambientar uma história de amor, devoção e perda.

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Cinzar

Posted on 28. set, 2015 by Fábio Bioca.

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O intervalo, o desencontro, o momentâneo adeus e a repercussão nas percepções de quem se sente só.

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Triz

Posted on 13. jul, 2015 by Fábio Bioca.

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A consciência limpa de quem amou sem reserva, sem desconhecer e respeitar os riscos, a dor e o abandono.

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Néctar

Posted on 16. jun, 2015 by Fábio Bioca.

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Uma rápida ilustração da abdicação da própria natureza, motivada pelo confronto do prazer da companhia de quem se deseja com a brevidade do tempo a que se permite tal paixão.

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Surto

Posted on 23. abr, 2015 by Fábio Bioca.

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A falta de fé torna o homem bruto. E a falta de fé em si mesmo leva-o a desistir da própria existência.
O protesto pela liberdade mais genuína também é “jogar-se ao lixo de um lugar qualquer” – parafraseando o grande poeta João Alexandre Silveira.

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Amor é fungo

Posted on 04. dez, 2013 by Fábio Bioca.

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A suscetibilidade humana diante da devastação do amor.

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Aspas 3

Posted on 20. out, 2013 by Fábio Bioca.

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Breve observação sobre as deformidades humanas.

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Desilusão

Posted on 11. mai, 2012 by Fábio Bioca.

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Neste exato agora, nada é instantâneo.
Não há alívio nem pausa no flagelo da incerteza.
Nem o sono é capaz de revigorar o ânimo.
O que sobra é o sumo de um limão amanhecido.
É como um minuto antes da vontade de limpar
O quarteirão avassalado pela rudez de um furacão.
Como encontrar fotos da casa que já não existe
Em meio [...]

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Empuxo

Posted on 22. jul, 2011 by Fábio Bioca.

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Uma sincera tentativa de aprender a usar a abstenção como motivação.

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Caudaloso

Posted on 19. jan, 2011 by Fábio Bioca.

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Se a diluição das angústias e aflições fosse simples como banhar-se na água, a vida seria assim, uma temporada de chuvas, logo após cada estiagem. Tudo seria muito simples e sazonal.

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Pântano

Posted on 04. out, 2010 by Fábio Bioca.

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Uma despedida definitiva e premeditada. O prejuízo anunciado da destituição para a própria preservação da vida.

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Catatonia

Posted on 08. jul, 2010 by Fábio Bioca.

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Os momentos solitários oprimem. Neste caso, versos carregados de fatalismo sobrepõe-se até o vazio, no fim.

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Solitude

Posted on 08. jul, 2010 by Fábio Bioca.

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Uma rima simples sobre a dependência da presença de quem se ama.

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Ciranda

Posted on 04. jun, 2010 by Fábio Bioca.

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Um desabafo quanto à falta de amigos verdadeiros. Uma viagem ao lugar onde a Amizade e a Solidão mais gostam de brincar.

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Cheque-mate

Posted on 30. mai, 2010 by Fábio Bioca.

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Uma descrição íntima da visão dos últimos momentos de quem foi tão dono de si e sucumbiu na própria ingenuidade, diante de uma paixão avassaladora apenas para si e sem importância para quem foi amada.

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Megera Cólera

Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.

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Agonizante inconstância entre a repulsa e a saudade de um amor que deixou marcas profundas. Daqueles que são capazes de arrancar as crueldades mais verdadeiras e as mentiras mais doces dos lábios viciados de quem depende dos beijos de quem se ama.

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Irreversão

Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.

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Terceira poesia que fecha a trilogia com “Cárcere” e “Submersão”. Depois do crime e da agonia, o encontro com o próprio fim equilibra o senso de justiça, ainda que seja um valor tão particular quanto duvidoso.

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Submersão

Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.

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Segunda poesia da trilogia que se complementa por “Cárcere” anteriormente e por “Irreversão”, que fecha a saga. Trata do fim de um apaixonado inconsequente que se afoga na própria busca do inaceitável, improvável e inesperado prazer de amar, sem preservar sequer a própria vida.

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