Tag Archives: Poesia

Precisão

Posted on 23. fev, 2017 by Fábio Bioca.

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Necessidades básicas fazem da paixão a ponte entre o tormento e a paz.

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Travessia

Posted on 13. fev, 2017 by Fábio Bioca.

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Uma pequena reflexão sobre a pressa, a vida e a morte. Um tributo ao Mercado Público de Florianópolis que, tantas vezes, passa despercebido do olhar efêmero dos apressados.

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Bm7

Posted on 01. set, 2016 by Fábio Bioca.

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Um passeio pela construção de um acorde, que cria o cenário para uma canção.

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Colateral

Posted on 20. jul, 2016 by Fábio Bioca.

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O primeiro dia após o último. A cena crítica do desastre do dia anterior. O panorama do reinício.

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Ponto de fuga

Posted on 24. mai, 2016 by Fábio Bioca.

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O resumo de uma saga. A catártica caminhada em busca do que está por vir.

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Recesso

Posted on 21. abr, 2016 by Fábio Bioca.

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Dia de chuva, pra borboleta, é feriado.

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Insatisfatoriamente suficiente

Posted on 06. abr, 2016 by Fábio Bioca.

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O espaço entre aquilo que projetamos e o ponto de onde partimos pode ter exatamente as coordenadas de onde nos encontramos.

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Mea culpa

Posted on 31. mar, 2016 by Fábio Bioca.

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Uma confissão de falência após a fermentação da alma, nas caves obscuras do tempo.

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Eis a questão

Posted on 28. nov, 2015 by Fábio Bioca.

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Um encontro com estas enigmáticas peças sob mais um poste, deram origem a uma questão sobre o que elas seriam ou teriam sido.

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Imponderável

Posted on 13. nov, 2015 by Fábio Bioca.

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Uma viagem desafiando a impositiva gravidade. Uma visão da vida mais simples.

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Verve

Posted on 26. out, 2015 by Fábio Bioca.

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Uma visão da utopia. Pura síndrome de otimismo.

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Extravio

Posted on 20. out, 2015 by Fábio Bioca.

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Uma breve brincadeira com os elementos da poesia para ambientar uma história de amor, devoção e perda.

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Namoradeira

Posted on 10. out, 2015 by Fábio Bioca.

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Versos curtos, inspirados pela namoradeira na janela, em um casarão antigo, na Praça XV de Novembro, em Florianópolis.

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Cinzar

Posted on 28. set, 2015 by Fábio Bioca.

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O intervalo, o desencontro, o momentâneo adeus e a repercussão nas percepções de quem se sente só.

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Breve

Posted on 25. set, 2015 by Fábio Bioca.

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Um pequeno ensaio sobre o desencontro.

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Causa Mortis

Posted on 25. ago, 2015 by Fábio Bioca.

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Um ensaio sobre a abstração da saudade e a sua angustiante inclinação para a separação definitiva.

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Triz

Posted on 13. jul, 2015 by Fábio Bioca.

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A consciência limpa de quem amou sem reserva, sem desconhecer e respeitar os riscos, a dor e o abandono.

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Néctar

Posted on 16. jun, 2015 by Fábio Bioca.

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Uma rápida ilustração da abdicação da própria natureza, motivada pelo confronto do prazer da companhia de quem se deseja com a brevidade do tempo a que se permite tal paixão.

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Surto

Posted on 23. abr, 2015 by Fábio Bioca.

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A falta de fé torna o homem bruto. E a falta de fé em si mesmo leva-o a desistir da própria existência.
O protesto pela liberdade mais genuína também é “jogar-se ao lixo de um lugar qualquer” – parafraseando o grande poeta João Alexandre Silveira.

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“Poizé…”

Posted on 27. fev, 2015 by Fábio Bioca.

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Uma homenagem ao “Seo Zé”, pai do meu irmão e amigo Joel Costa, que faleceu em fevereiro de 2015.

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