Tag Archives: tragédia

Colateral

Posted on 20. jul, 2016 by Fábio Bioca.

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O primeiro dia após o último. A cena crítica do desastre do dia anterior. O panorama do reinício.

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Extravio

Posted on 20. out, 2015 by Fábio Bioca.

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Uma breve brincadeira com os elementos da poesia para ambientar uma história de amor, devoção e perda.

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Breve

Posted on 25. set, 2015 by Fábio Bioca.

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Um pequeno ensaio sobre o desencontro.

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Triz

Posted on 13. jul, 2015 by Fábio Bioca.

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A consciência limpa de quem amou sem reserva, sem desconhecer e respeitar os riscos, a dor e o abandono.

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Surto

Posted on 23. abr, 2015 by Fábio Bioca.

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A falta de fé torna o homem bruto. E a falta de fé em si mesmo leva-o a desistir da própria existência.
O protesto pela liberdade mais genuína também é “jogar-se ao lixo de um lugar qualquer” – parafraseando o grande poeta João Alexandre Silveira.

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Exílio em Gondwana

Posted on 10. dez, 2014 by Fábio Bioca.

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Contra tudo que se quis, avassala tectônica
a expulsão lenta, invisível. Definitivamente os repele.
Num padrão de sismos, multiplica sua frequência
enquanto sabotam o mundo. Colidem insanos. Desidia.
Vítimas da intensidade, contemplam-se embatidas, opostas.
Há certa beleza sarcástica nas cicatrizes que secam,
mas também dor pressentida no olhar aflito de ambos.
A maciez da seda e a fumaça desta paixão avessa,
agridem a [...]

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Amor é fungo

Posted on 04. dez, 2013 by Fábio Bioca.

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A suscetibilidade humana diante da devastação do amor.

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Aspas 4

Posted on 30. out, 2013 by Fábio Bioca.

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Analogia da felicidade e da gema do ovo. Alerta a respeito da superexposição – principalmente nas redes sociais.

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Aevum

Posted on 20. ago, 2013 by Fábio Bioca.

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A tragédia da raiva, do arrependimento e da dor. Um ciclo que começa no adeus e dura interminavelmente.
“Aevum”, sem duração, sem fim.

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O fim e o começo

Posted on 28. mar, 2013 by Fábio Bioca.

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Uma reflexão sobre o ímpeto de começar, superar e ser feliz.

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Na mosca!

Posted on 10. dez, 2012 by Fábio Bioca.

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A poesia é como uma flecha lançada com tanta intensidade que, até atingir o alvo, no peito de quem a inspirou, vai ferindo a quem estiver em seu caminho.

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Desilusão

Posted on 11. mai, 2012 by Fábio Bioca.

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Neste exato agora, nada é instantâneo.
Não há alívio nem pausa no flagelo da incerteza.
Nem o sono é capaz de revigorar o ânimo.
O que sobra é o sumo de um limão amanhecido.
É como um minuto antes da vontade de limpar
O quarteirão avassalado pela rudez de um furacão.
Como encontrar fotos da casa que já não existe
Em meio [...]

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U.T.I.

Posted on 02. fev, 2011 by Fábio Bioca.

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A admissão da estupidez ingênua do amor.

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Pântano

Posted on 04. out, 2010 by Fábio Bioca.

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Uma despedida definitiva e premeditada. O prejuízo anunciado da destituição para a própria preservação da vida.

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Catatonia

Posted on 08. jul, 2010 by Fábio Bioca.

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Os momentos solitários oprimem. Neste caso, versos carregados de fatalismo sobrepõe-se até o vazio, no fim.

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Ciranda

Posted on 04. jun, 2010 by Fábio Bioca.

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Um desabafo quanto à falta de amigos verdadeiros. Uma viagem ao lugar onde a Amizade e a Solidão mais gostam de brincar.

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Croupier

Posted on 30. mai, 2010 by Fábio Bioca.

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A incapacidade de viver sem alguém e a inexistência dos antigos planos individuais como saídas de emergência são palcos para a rendição e a ruína, como nas aveludadas tablas de um cassino onde se é possível perder tudo o que se tem e o que não se tem.

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Cheque-mate

Posted on 30. mai, 2010 by Fábio Bioca.

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Uma descrição íntima da visão dos últimos momentos de quem foi tão dono de si e sucumbiu na própria ingenuidade, diante de uma paixão avassaladora apenas para si e sem importância para quem foi amada.

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Megera Cólera

Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.

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Agonizante inconstância entre a repulsa e a saudade de um amor que deixou marcas profundas. Daqueles que são capazes de arrancar as crueldades mais verdadeiras e as mentiras mais doces dos lábios viciados de quem depende dos beijos de quem se ama.

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Irreversão

Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.

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Terceira poesia que fecha a trilogia com “Cárcere” e “Submersão”. Depois do crime e da agonia, o encontro com o próprio fim equilibra o senso de justiça, ainda que seja um valor tão particular quanto duvidoso.

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