Tag Archives: vergonha

Surto

Posted on 23. abr, 2015 by Fábio Bioca.

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A falta de fé torna o homem bruto. E a falta de fé em si mesmo leva-o a desistir da própria existência.
O protesto pela liberdade mais genuína também é “jogar-se ao lixo de um lugar qualquer” – parafraseando o grande poeta João Alexandre Silveira.

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Aspas 3

Posted on 20. out, 2013 by Fábio Bioca.

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Breve observação sobre as deformidades humanas.

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Desilusão

Posted on 11. mai, 2012 by Fábio Bioca.

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Neste exato agora, nada é instantâneo.
Não há alívio nem pausa no flagelo da incerteza.
Nem o sono é capaz de revigorar o ânimo.
O que sobra é o sumo de um limão amanhecido.
É como um minuto antes da vontade de limpar
O quarteirão avassalado pela rudez de um furacão.
Como encontrar fotos da casa que já não existe
Em meio [...]

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Fundamento

Posted on 29. set, 2010 by Fábio Bioca.

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Analogia que utiliza a figura de Pedro em três papéis: como a igreja institucional; o genuíno vocacionado e Simão (Pedro) como o homem comum, trabalhador, de boa índole, como o próprio Cristo.

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Ciranda

Posted on 04. jun, 2010 by Fábio Bioca.

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Um desabafo quanto à falta de amigos verdadeiros. Uma viagem ao lugar onde a Amizade e a Solidão mais gostam de brincar.

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Megera Cólera

Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.

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Agonizante inconstância entre a repulsa e a saudade de um amor que deixou marcas profundas. Daqueles que são capazes de arrancar as crueldades mais verdadeiras e as mentiras mais doces dos lábios viciados de quem depende dos beijos de quem se ama.

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Irreversão

Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.

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Terceira poesia que fecha a trilogia com “Cárcere” e “Submersão”. Depois do crime e da agonia, o encontro com o próprio fim equilibra o senso de justiça, ainda que seja um valor tão particular quanto duvidoso.

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Submersão

Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.

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Segunda poesia da trilogia que se complementa por “Cárcere” anteriormente e por “Irreversão”, que fecha a saga. Trata do fim de um apaixonado inconsequente que se afoga na própria busca do inaceitável, improvável e inesperado prazer de amar, sem preservar sequer a própria vida.

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Cárcere

Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.

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Primeira poesia de uma trilogia, Cárcere se complementará com Submersão e Irreversão, num intervalo de 7 anos. A situação descrita aqui, deflagra o abandono da vida ingênua e absolutamente moral. Tudo em troca do desconhecido mundo do crime passional. Felizmente não houve mortes, nem agressões se concretizaram.

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Infração

Posted on 29. mai, 2010 by Fábio Bioca.

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Cena pública de alguém que flagra um olhar interessado durante uma pausa em um semáforo, contada pelo observador.

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Sismo

Posted on 19. jan, 2010 by Fábio Bioca.

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Um lamento dedicado aos haitianos que enfrentam o caos após o terremoto de janeiro de 2010.

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Ressaca alviverde

Posted on 07. dez, 2009 by Fábio Bioca.

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Indignação pela falta de caráter dos cartolas do futebol, que matam gente inocente e incitam a massa às atrocidades que se viram no fatídico domingo do rebaixamento do Coritiba à segunda divisão, no desfecho do ano do seu centenário.

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Colisão

Posted on 18. nov, 2009 by Fábio Bioca.

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Um genuíno pedido de perdão. Sem máscaras, sem segundas intenções, apenas a dura realidade do erro e da culpa.

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Salmo 2

Posted on 09. nov, 2009 by Fábio Bioca.

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Desabafo em um dos momentos mais críticos da vida, quando a solidão assolou meus dias e noites.

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Tragédia

Posted on 01. nov, 2009 by Fábio Bioca.

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Versos que encenam o tormento de um ator que interpreta a catástrofe da própria vida para uma platéia ávida por julgá-lo, sem saber separar a realidade do roteiro cruel. A visão é unidirecional, de cima do palco e, apesar de citar a presença alheia, trata de um drama absolutamente solitário.

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